O que seria a verdade?

Por muito tempo ele acreditou que amor, aquele que é mostrado em filmes e que estampam as páginas dos livros, era apenas uma ilusão, pois sempre acreditou que todas criaturas seriam iguais e que no fundo as pessoas eram apenas seres comuns e medíocres, vivendo em prol dos padrões estabelecidos por uma sociedade incompreendida ou milimetricamente planejada, onde o sonho é limitado e tem prazo de validade.

Uma vida onde todos acreditam ser indignos de qualquer história extraordinária até que se possa provar o contrário.

Mas as lágrimas que caem do seu rosto têm um sabor que diz exatamente o avesso do que ele até então acreditava e a vida mais uma vez ensina que não importa o quão doce seja esse novo sabor, esse é um caminho impossível de se trilhar sem um mínimo de reciprocidade. Será essa a tal felicidade?

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