A partir de dados que revelaram que em 4 meses, 243 jornalistas são demitidos das redações brasileiras, iniciou-se uma discussão sobre a importância de nos capacitar e fortalecer nosso poder intelectual. Já que o mercado está diminuindo e se tornando cada vez mais competitivo. Porém, uma altercação sobre a ética, índole e caráter de alguns profissionais do campo do jornalismo, surgiu, devido a um fato ocorrido entre os participantes da discussão.
Descobrimos que durante um processo seletivo de uma grande emissora aqui do estado do Mato Grosso do Sul, havia dois colegas de sala disputando a mesma vaga, foi então que aquele que possuía Q.I (Quem Indica) foi selecionado e o outro que possui Q.I (Inteligência) acabou não sendo selecionado, e por conhecer muito bem os dois candidatos, algumas pessoas acabaram se revoltando com a forma de como se “consegue”, (o que é muito diferente de conquistar) um estágio ou emprego. Foi então que nos perguntamos quais os critérios de seleção de muitas empresas, como esta.
Em algum momento mencionei que pode parecer uma utopia acreditar que este sistema será modificado, mesmo com alguns, um pouco mais desanimados, eu continuo a defender que se vários indivíduos compartilharem uma única utopia, articulada em seu “agir coletivo”, somando forças, anseios por dias melhores, continuaria a ser uma utopia, porém, uma utopia coletiva, como as que se manifestaram em certos movimentos ou segmentos sociais ocorridos pelo mundo e que provocaram grandes mudanças, como podemos constatar no Brasil há 26 anos e recentemente no Oriente Médio.
O que não podemos deixar acontecer é nos acomodar e ficarmos calados vendo o caos se multiplicar e afetar algumas pessoas que não possuem conhecimento intelectual e querem continuar mergulhado no escuro do não saber, servindo aos interesses de um poder elitizado, contribuindo para a ampliação de um caos na informação de qualidade.
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